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04/05/2026

Inscrições abertas para o VII Seminário Internacional Bacia Cultural Sociobiodiversa da Chapada do Araripe | CARIRI

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 04 de maio de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

Com Informações do Sesc CE

Inscrições abertas para o VII Seminário Internacional Bacia Cultural Sociobiodiversa da Chapada do Araripe – Patrimônio dá Humanidade cujo tema é Patrimônio e Infância numa realização do Sistema Fecomércio Ceará por meio do SESC e acontecerá no período de 21 a 23 de maio de 2026 na sede da Fundação Casa Grande - Memorial do Homem Kariri em Nova Olinda, Ceará.

O encontro é gratuito, com certificação e as inscrições são feitas através do link https://viiseminariobaciac.wixsite.com/chapada/inscri%C3%A7%C3%B5es

O Seminário tem como objetivo dialogar sobre Patrimônio e Infância, reconhecendo que o protagonismo das crianças na valorização dos bens naturais e culturais são a garantia de um futuro protegido, vivo e compartilhado entre gerações.

Nesta sétima edição se reunirá 05 países, 06 universidades e comunidade local para diálogos interdisciplinares e interculturais, compartilhando experiências, saberes e práticas que reconhecem crianças e adolescentes como sujeitos de direitos, agentes de memória e participantes ativos na tomada de decisões sobre o território.

Ao integrar educação patrimonial, natureza, cultura e participação social, o seminário contribui para a sustentabilidade sociobiodiversa e para a construção coletiva de políticas patrimoniais mais inclusivas e democráticas.

O encontro é aberto a todos àqueles que possuem interesse no patrimônio cultural e natural da Chapada do Araripe, tendo como programação conferências, rodas de conversa, exposição, oficinas e celebrações artístico-culturais com artistas regionais e os grupos de tradição popular.

02/05/2026

A Floresta Nacional do Araripe completa 80 anos | CARIRI

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 02 de maio de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

A Floresta Nacional do Araripe-Apodi (FLONA), a primeira do Brasil criada em 02 de maio de 1946, celebra 80 anos como um bastião de biodiversidade e proteção de recursos hídricos no Cariri cearense. Com cerca de 38 mil hectares, a área é vital para a região e abriga o raro Soldadinho-do-Araripe, uma ave endêmica.

A FLONA do Araripe-Apodi protege fontes d'água essenciais para o semiárido, combatendo a desertificação e mantendo ecossistemas únicos na Chapada do Araripe.

A Floresta Nacional do Araripe (também chamada de FLONA Araripe-Apodi) é uma área de conservação ambiental protegida pelo governo federal, localizada na região do Cariri, no sul do Ceará. Ela foi criada em 1946 e é considerada a primeira floresta nacional do Brasil.


Essa unidade de conservação tem como objetivo principal o uso sustentável dos recursos naturais, a preservação da biodiversidade e o incentivo à pesquisa científica. Abrange municípios como Crato, Barbalha, Jardim e Santana do Cariri.

Seu bioma é uma mistura de caatinga, cerrado e mata úmida, o que a torna muito rica em diversidade. É fundamental para o abastecimento de água da região do Cariri, pois abriga diversas nascentes.

Possui várias espécies de plantas e animais, incluindo algumas raras e ameaçadas de extinção. Funciona como um verdadeiro “pulmão verde” no semiárido nordestino. Além de preservar o meio ambiente, ela também ajuda a equilibrar o clima local e sustenta comunidades que dependem dos seus recursos de forma responsável.

21/04/2026

Em breve o Selo Off Flip lançará a Antologia "GUERRA E PAZ" | BRASIL

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 21 de abril de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

A guerra e a paz são tema recorrente na literatura de todas as épocas. Presente na realidade e no imaginário universal, seja sob a forma de conflitos bélicos abertos ou no campo das relações sociais, constitui fenômeno inerente a todos os quadrantes da existência humana.

Esse tema tornou-se dominante em todo o mundo e paira como uma dicotomia que se aprofunda e tem de ser superada, sob pena de a própria humanidade e a vida em nosso planeta sucumbirem. Tendo em vista esse cenário e coerente com o seu slogan, o Selo Off Flip lançou uma chamada para publicação de uma antologia reunindo textos que tenham como tema ou façam referência à Guerra e à Paz, no sentido literal ou simbólico dessas palavras.

O Selo Off Flip divulgou a lista de autores e autoras que irão compor a antologia GUERRA E PAZ, que reunirá CONTOS, CRÔNICAS e POEMAS. Os textos foram selecionados pela editora e os(as) autores(as) dos melhores contos, crônicas e poemas dividirão premiação de 9 mil reais.  Inscreveram-se no projeto 95 contos, 75 crônicas e 225 poemas (farão parte da antologia 54 contos, 47 crônicas e 110 poemas).  Os melhores textos de cada categoria terão destaque na publicação, que reunirá também os demais textos selecionados.  A lista final (com textos premiados e destaques) será divulgada em 10 de junho de 2026.

Estou participando da referida Antologia na categoria Conto, tendo sido selecionado, O conto “O caminho do adeus na terra da dor” desta escritora (Lucélia Muniz França).   Os autores selecionados receberão os livros em agosto de 2026 no endereço informado no ato da inscrição.

20/04/2026

Sítio Urbano do Gesso é Patrimônio do Crato Por Alexandre Lucas | CRATO-CE

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 20 de abril de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

Alexandre Lucas - Pedagogo e coordenador do Direito à Cidade e Questões Ambientais do Coletivo Camaradas

Em 2019, a cidade do Crato celebrou a sanção de uma lei que parecia tirar do papel uma ideia visionária. A Lei Municipal nº 3.612/2019 reconhece o Sítio Urbano do Gesso, uma faixa de terra às margens da linha férrea, como espaço legalmente destinado ao cultivo de plantas frutíferas e medicinais. Mais do que uma simples permissão para plantar, a lei instituiu um modelo inovador que busca casar desenvolvimento urbano, sustentabilidade ambiental e participação popular.

No entanto, anos após sua sanção, o que vemos é uma história de contrastes: de um lado, a força da comunidade que mantém o projeto vivo; de outro, a inércia do poder público, que insiste em desconhecer o seu papel como promotor da lei. A Lei 3.612/2019 é um retrato cruel de como boas ideias podem ser sufocadas pela falta de vontade política.

A área do Sítio Urbano do Gesso, localizada entre a Estação RFFSA do Metrô e a Escola Profissionalizante Violeta Arraes, foi fruto de uma articulação popular. O Projeto Nova Vida, o Coletivo Camaradas, outras organizações da sociedade civil e os moradores, vendo o potencial do espaço abandonado, uniram forças para criar uma esperança verde em meio ao tecido urbano. A lei veio, então, para formalizar essa conquista, prevendo que a prefeitura, por meio das secretarias de Secretaria de Meio Ambiente (Meio Ambiente e Mudança do Clima), Desenvolvimento Agrário (Desenvolvimento Rural e Recursos Hídricos, e da SAAEC, ofereça suporte técnico, insumos e assistência para manter a área.

A perspectiva do Sítio Urbano do Gesso é uma necessidade e um modelo para as gerações futuras. A visão predadora e dominante de urbanização e de higienização social tem reduzido as áreas verdes urbanas. A emergência climática é um recado planetário sobre o risco que vivenciamos, provocado pelo consumo desenfreado, pela redução das áreas verdes e por um crescimento urbano e industrial despreocupado com a mitigação dos impactos ambientais.

É papel do Estado garantir as condições necessárias para a qualidade de vida e a promoção da saúde da população. Qualquer omissão ou favorecimento à destruição do meio ambiente por parte do Estado é, no mínimo, um desvio de função do seu papel social (para ser cordial).

O Sítio Urbano do Gesso representa uma alternativa real ao modelo de cidade asfaltada e sufocante, que deve ser replicada em outras áreas da cidade, isso é, por exemplo, previsão da lei. O Sítio Urbano gera segurança alimentar para a comunidade, oferece um espaço de lazer e convivência, ameniza a temperatura local e serve como um laboratório vivo de agroecologia urbana. Em sua essência, a Lei 3.612/2019 é uma ferramenta para a construção de um território criativo, resiliente e democrático.

Outro aspecto a ser considerado, além do patrimônio ambiental, é o aspecto histórico, social e econômico que a área representa. A linha férrea, o imenso depósito de gipsita que dá nome à comunidade do Gesso, a zona de prostituição e o fluxo da economia que transitava onde hoje é o Sítio Urbano do Gesso, na entrada da cidade, não podem ser desprezados.

O exemplo do Sítio Urbano é algo para ser abraçado por governos democráticos, populares e comprometidos com a pauta ambiental, que tendem a fazer frente à lógica de urbanização de mercado e eleitoral, tão predatória à vida humana.

Entretanto, o Sítio Urbano do Gesso resiste porque existe um cuidado coletivo dos moradores e uma compreensão de amplitude institucional que coloca em movimento a capacidade de articulação com as universidades, organizações ambientais, escolas e a insistência junto ao poder público.

Existe captação de recursos para fomentar a produção, a formação e a manutenção do Sítio, além do papel imprescindível dos moradores, como é o caso do reconhecimento da iniciativa Território Criativo do Gesso, contemplada pelo Prêmio Periferia Viva, do Ministério das Cidades, o que tem possibilitado o desenvolvimento do Projeto Agentes do Sítio Urbano do Gesso, um projeto tocado em rede.

O Sítio Urbano do Gesso é um exemplo para o Brasil de como podemos repensar nossos centros urbanos. Mas ele só florescerá plenamente quando o poder público assumir a sua parte. Neste contexto, é preciso reafirmar o lugar de cada instância: aos moradores e movimentos sociais cabe erguer sonhos, lutas e conquistas; ao Estado, cabe cumprir as conquistas que são resultados dessas lutas e sonhos.

O Sítio Urbano do Gesso é um patrimônio do Município do Crato, não é uma iniciativa privada. O que nos cabe é lutar para que a cidade verde não seja um sonho distante, mas uma realidade que se constrói.

 

30/03/2026

Raízes ancestrais da Risalva: espaço de vivências com plantas medicinais | SALITRE-CE

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 30 de março de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias   @_quilombo_arapuca_

@risalvapereiranacimento

@museudesalitre

Hoje, o Ubuntu Notícias, apresenta as Raízes ancestrais da Risalva. Esta que é Presidente da Associação dos Remanescente do Quilombo Sítio Arapuca. Raízes que curam, memórias que florescem. Ela é a idealizadora do espaço de vivências com plantas medicinais, cactos e suculentas. Espaço este localizado na Comunidade Remanescente Quilombola no Sítio Arapuca no município de Salitre-CE.

O espaço de vivência nasce de um solo fértil de saberes: o legado de Dona Risalva. Entre o perfume das ervas medicinais e a resiliência dos cactos e das suculentas, esta cultiva mais que plantas: cultiva a identidade quilombola.

Cada folha é um ensinamento, cada raiz é uma conexão com a ancestralidade. O Raízes Ancestrais da Risalva é um convite para desacelerar, aprender com a terra e fortalecer a comunidade através do que a natureza nos oferece de mais sagrado.

Venha conhecer as ações desenvolvidas no espaço de vivências com plantas!

O Raízes ancestrais da Risalva oferta:

- Educação ambiental;

- Oficinas;

- Produção de mudas;

- Raízes e sementes medicinais;

- Suculentas, cactos e plantas medicinais.

Risalva Pereira é uma liderança comunitária, mulher quilombola, mãe solo e estudante de Pedagogia no PARFOR/URCA, reconhecida como defensora da cultura ancestral e da natureza no município de Salitre, Ceará. Ela é associada à Associação dos Remanescentes de Quilombos do Sítio Arapuca, localizada na zona rural de Salitre. A área é mencionada em rotas de afroturismo na região.

28/03/2026

Instituto Iluminar avança em jornada de inovação social com tecnologia certificada pela Fundação Banco do Brasil | MILAGRES-CE

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 28 de março de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias     @institutoiluminarcidadania

O Instituto Iluminar, sediado no Sítio Carnaúba, em Milagres, na região do Cariri cearense, acaba de alcançar mais uma conquista significativa em sua trajetória de impacto socioambiental. A organização foi selecionada para a 3ª Chamada de Negócios Sociais pelo Clima da Bemtevi, iniciativa que reconhece e apoia projetos que aliam sustentabilidade, inovação e enfrentamento às mudanças climáticas.

Com a seleção, o Instituto Iluminar inicia agora sua participação na Jornada Bemtevi, na categoria Estruturação. Este momento representa um passo estratégico para o fortalecimento do Círculo de Resiliência Produtiva (CRP), tecnologia social desenvolvida pela organização que já possui o reconhecimento do selo da Fundação Banco do Brasil.

O CRP é uma metodologia própria que integra práticas produtivas sustentáveis, gestão de recursos naturais e inclusão social, potencializando a capacidade de adaptação das comunidades locais aos efeitos das secas e às variações climáticas. A partir do apoio da Bemtevi, o Instituto Iluminar pretende ampliar a escala e a estruturação dessa iniciativa, consolidando ainda mais sua atuação como referência em inovação social no semiárido brasileiro.

A trajetória do Instituto Iluminar reforça a potência das organizações de base comunitária no desenvolvimento de soluções concretas para os desafios do semiárido. A participação na jornada da Bemtevi representa não apenas um avanço institucional, mas também uma oportunidade de inspirar novas práticas de convivência com o bioma e de fortalecimento da economia local.

Sobre o Instituto Iluminar

Localizado no Sítio Carnaúba, em Milagres (CE), o Instituto Iluminar atua no desenvolvimento de tecnologias sociais, educação ambiental e geração de trabalho e renda, com foco na convivência sustentável com o semiárido. É referência na implementação do Círculo de Resiliência Produtiva (CRP), tecnologia social certificada pela Fundação Banco do Brasil.

Sobre a Bemtevi

A Bemtevi é uma plataforma de impacto que conecta negócios sociais, investidores e apoiadores para fortalecer iniciativas que geram transformação socioambiental no Brasil. A 3ª Chamada de Negócios Sociais pelo Clima integra sua atuação no fomento a soluções voltadas à emergência climática.

22/03/2026

A água limpa e potável é um direito humano garantido por lei desde 2010, de acordo com a ONU

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 22 de março de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

Fonte: Calendarr

O Dia Mundial da Água é comemorado anualmente em 22 de março

Esta data internacional foi criada em 1992, visando alertar a população sobre a importância da preservação da água para a manutenção de todos os ecossistemas no planeta. Para isso, todos os anos o Dia Mundial da Água aborda um tema específico sobre este recurso natural de absoluta importância para a existência da vida.

A conscientização sobre a urgência da economia deste recurso natural é uma das principais metas desse dia. A água limpa e potável é um direito humano garantido por lei desde 2010, de acordo com a ONU-Organização das Nações Unidas. E, o Dia Mundial da Água foi instituído pela ONU no dia 21 de fevereiro de 1992. Conforme a resolução, o dia 22 de março é a data oficial para comemorar e realizar atividades de reflexão sobre o significado da água para a vida na Terra.

Neste mesmo dia, a ONU lançou a Declaração Universal dos Direitos da Água, que apresenta entre as principais normas:

A água faz parte do patrimônio do planeta;

A água é a seiva do nosso planeta;

Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados;

O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos;

A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores;

A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo;

A água não deve ser desperdiçada nem poluída, nem envenenada;

A utilização da água implica respeito à lei;

A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social;

O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

A água é essencial para vivermos e termos saúde. De acordo com a ONU, cerca de 80% das mortes e doenças está relacionada ao consumo de água não tratada. Apesar de parecer um recurso inesgotável - a maior parte do nosso planeta é constituído de água -, ela está acabando.

No caso do Brasil, é importante lembrarmos, ainda, que cerca de 90% da energia elétrica é produzida pela força da água, nas usinas hidrelétricas. O nosso país tem a maior reserva de água doce do mundo. Mas, de acordo com a ONU, cerca de 2,6 bilhões de pessoas no mundo têm pouquíssima água disponível.

Há países onde a água é disputada. Isso acontece em decorrência da exploração de rios localizados em territórios diferentes. Por tudo isso, garantir que todos tivessem acesso à água, bem como conscientizar a população sobre a sua preservação, deveria ser um compromisso de todos os Estados.

10/03/2026

“O caminho do adeus na terra da dor” é selecionado para a coleção Conto rural | NOVA OLINDA-CE

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 10 de março de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

O conto O caminho do adeus na terra da dor foi aceito para a coleção de Conto rural do Grupo Editorial Letras Negras. Obteve uma pontuação de 9/10 e, nas palavras do júri - o conto apresenta uma narrativa sensível e bem construída, com uma ambientação que contribui para envolver o leitor na história desde o início.  O texto trabalha com elementos de dor, memória e resistência, criando uma história que mistura realidade e dimensão espiritual. Trata-se de um conto que evidencia cuidado na construção narrativa e capacidade de provocar reflexão no leitor.

Convido os(as) professores(as) a trabalharem este conto em sala de aula. Penso que seja possível a partir das turmas do 9º ano do Ensino Fundamental. Tenho o conto mais 20 questões elaboradoras no Google Formulários, onde os estudantes podem fazer a leitura deste e em seguida verificar seus conhecimentos por meio do referido formulário já conferindo a correção automaticamente.

O conto é ambientado com base na ‘Seca de 1915’ um dos eventos climáticos mais devastadores do Nordeste brasileiro, especialmente no Ceará, provocando fome extrema e milhares de mortes. Houve uma altíssima mortalidade por fome e doenças (como a varíola e a cólera) devido às condições precárias nos campos. Estima-se que, junto com a migração forçada, a seca dizimou grande parte da população sertaneja.  A obra O Quinze (1930) de Rachel de Queiroz é o principal registro literário, narrando a dura realidade dos retirantes.

Para criar a protagonista da história me inspirei na minha avó materna, a Senhora Ana Rosa de Lima (1903-1985). Ela vivenciou este evento climático aos 12 anos de idade. Quando casou ficou viúva jovem e vestiu-se de preto em sinal de luto até seu último dia de vida. O nome dos personagens do conto são uma homenagem aos meus avós maternos e aos meus pais – Antonio, Maria, João e Ana.

Ao longo do conto também me utilizo da espiritualidade para simbolizar a dor e a resistência, fazendo usos de elementos das histórias que ouvi quando criança, tais como figuras fantasmagóricas, pessoas sepultadas à beira da estrada e condições de acesso a água e comida, essenciais à sobrevivência.

Vale salientar que a revisão do conto foi feita por três professores de Língua Portuguesa: a Professora Samara Macedo, o Professor Antonio José e a Professora Hericka Santos, a quem deixo os meus agradecimentos, carinho e admiração!

Espero que gostem! Se forem trabalhar em sala de aula, entra em contato comigo e envia um relato da experiência junto com fotografias, turma e escola. Será uma alegria compartilhar aqui no Ubuntu Notícias o resultado da sua experiência.

Para acessar o material e trabalhar de forma didática em sala de aula clique AQUI.

Mutirão comunitário vai plantar 60 árvores frutíferas no Sítio Urbano do Gesso | CRATO-CE

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 10 de março de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

Ação no próximo dia 14 de março reúne estudantes, moradores e entidades ambientais para fortalecer a preservação de área verde reconhecida por Lei no Crato

O Crato se prepara para um dia de celebração da cidadania e do meio ambiente. No próximo dia 14 de março, a partir das 8h, será realizado um grande Mutirão de Plantio no Sítio Urbano do Gesso. O ponto de encontro para os voluntários será em frente ao Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti, de onde os participantes seguirão para a área de plantio.

A ação tem como meta plantar cerca de 60 mudas de árvores frutíferas no local, envolvendo ativamente os estudantes da unidade escolar no processo de aprendizagem prática sobre sustentabilidade e cuidado com os espaços públicos. O Sítio Urbano do Gesso, instituído pela Lei Municipal nº 3612/2019, está localizado às margens da linha férrea, entre a antiga Estação da RFFSA e a Escola Profissionalizante Violeta Arraes, sendo uma área destinada oficialmente ao cultivo de espécies frutíferas e medicinais.

A iniciativa é fruto de uma parceria conjunta entre o Coletivo Camaradas, Green Kariri, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Mudança do Clima, Projeto Nova Vida, Parque Urbano Pomar da Encosta e o Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti.  O mutirão reforça a responsabilidade compartilhada entre o poder público e a comunidade na preservação e manutenção deste importante pulmão verde da cidade.

Cultura e resistência

O mutirão de plantio integra as atividades do projeto “Agentes do Sítio Urbano do Gesso”, que foi contemplado pelo edital Território Criativo do Gesso, uma das linhas de ação do Prêmio Periferia Viva, promovido pelo Ministério das Cidades.

O projeto tem um caráter amplo e articulador, promovendo a conexão entre universidades, escolas, secretarias municipais, movimentos sociais e moradores locais. O objetivo é fortalecer a identidade do território e a gestão compartilhada do sítio urbano, garantindo que ele seja cada vez mais um espaço de convivência, aprendizado e segurança alimentar para a população.

08/03/2026

Mulheres em luta pela Chapada do Araripe: corpos livres, territórios vivos | CARIRI

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 08 de março de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

Com Informações de @coletivocamaradas

Nós, mulheres do Cariri ocuparemos as ruas em defesa das nossas vidas, dos nossos corpos e dos nossos territórios.
Março é mês de memória, denúncia e luta das mulheres. Em 2026, nos reunimos com o chamado: *“Mulheres em luta pela Chapada do Araripe: corpos livres, territórios vivos”.*
Defendemos a Chapada do Araripe como território de vida, biodiversidade, cultura e resistência.

Defender a Chapada é defender a água, as sementes, as comunidades tradicionais, as mulheres negras, indígenas, camponesas, trabalhadoras urbanas e todas aquelas que sustentam o Cariri com sua força cotidiana.

Nossos corpos não são territórios de exploração. São espaços de autonomia, dignidade, liberdade e bem viver. Assim como a Chapada, queremos viver sem violências, sem racismo, sem machismo e sem destruição ambiental.

Venha somar nessa caminhada coletiva!

Traga sua voz, sua bandeira, sua energia e sua esperança.
*Dia 09/03 | 8h30 | Concentração na prefeitura de Crato – CE*
Porque quando as mulheres se movem, o território inteiro se transforma.

03/03/2026

Como os pequenos laços que construímos tornam o nosso universo gigante | BAÚ DE MEMÓRIAS

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 03 de março de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

Geralmente quando se fala em laços no processo de socialização temos os laços humanos, a interação social, a formação do nosso ser... Mas, para mim esses laços são feitos de vivências e por isso resolvi retirar algumas memórias de um baú e trazê-las em forma de narrativas. Talvez a velocidade das minhas lembranças não caiba em um texto, num livro, num vídeo, num slide, mas sigo contando histórias.

Eis aqui mais uma das histórias onde meu pai e eu protagonizamos uma vivência. Ele gostava de criar cavalos e era por assim dizer, um domador destes animais, não era bem um encantador, mas com seu jeito rude os domava e os treinava para corridas, para carregar cargas, para passeio.

Não lembro bem como aconteceu a aquisição de ‘preto’. Ele era um cavalo já com idade avançada, mas formoso e ‘troteador’. Por sua condição, foi destinado para o grupo dos animais que carregavam cargas, mas por algum motivo se tornou o cavalo favorito de uma criança.

Ela ia até o roçado o chamava pelo nome e ele vinha. Não usava cabresto para ir buscá-lo. O encostava num tronco pequeno de uma mangueira, subia nele e cavalgava até em casa. Ele a carregava em seu dorso, ela segurando em suas crinas longas, dava passadas como se trotasse sobre capuchos de algodão. E dali surgiu uma amizade entre uma criança preta e um cavalo preto.

Trabalhávamos na roça pela manhã e no início da tarde íamos até a escola, retornando apenas à tardinha.  Papai, agricultor, domador de cavalos, vivia entre negociações e aquisições de animais. E se percebesse que nos apegávamos aos animais os vendia no horário em que estávamos na escola.

Ele considerava preto, velho e que não servia mais para carregar as cargas e assim o vendeu. Foi um choque quando notei sua ausência. Mamãe como sempre, dava a notícia e pedia para que não chorássemos na frente de papai. Ela costumava usar um ditado popular: “Vão-se os anéis, ficam os dedos!”

Não sei quem foi o comprador de preto nem seu destino, mas através do uso da Inteligência Artificial (IA) o recriei com uma versão minha adulta.  Hoje se fala que o contato das crianças com os cavalos é uma forma de terapia, posso apenas dizer que era um laço, parte da minha infância. Com preto descobri que os cavalos sabem nadar! Quando o levei para dá água em um açude e estava muito calor, este acabou entrando na água e nadando comigo em seu dorso, não desci, porque não sei nadar. Sim...cavalos sabem nadar!

Moral da história: pequenos laços que construímos ao longo da nossa vida, tornam o nosso universo gigante! Preto, obrigada por salvar minha infância, por ser a minha terapia mesmo quando eu não sabia! Preto, te desejo um horizonte dourado florido com girassóis!

“A relação entre cavalos e crianças é uma conexão poderosa que promove o desenvolvimento emocional, físico e social, fomentando responsabilidade, confiança e empatia”.

25/02/2026

PASSARINHÔ: Festival de Aves da Chapada do Araripe no Cariri | SANTANA DO CARIRI-CE

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 25 de fevereiro de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

Com Informações de @prefeituradesantanadocariri

O Passarinhô chega para celebrar a natureza, a ciência e a observação de aves em uma das regiões mais ricas em biodiversidade do Nordeste brasileiro.

Serão três dias de imersão, reunindo observadores, fotógrafos, pesquisadores, guias e amantes da natureza em experiências únicas pelas paisagens da Chapada do Araripe.

🌿 PROGRAMAÇÃO OFICIAL

13 de março – Santana do Cariri
🕢 07h30 Saída de campo (Observação de Aves)
📍 Sítio Nicácio

🕓 16h00 Palestra
📍 Polo de Convivência Pedro Linard Rocha

🕖 19h00 Apresentação cultural
📍 Praça Tereza Cabral

14 de março – Barbalha e Santana do Cariri
🕢 07h30 Saída de campo (Observação de Aves)
📍 Arajara Parque – Barbalha

🕓 16h00 Palestra
📍 Polo de Convivência Pedro Linard Rocha – Santana do Cariri

🕕 18h00 Feira de produtos locais
📍 Calçadão da Praça Coronel Felinto da Cruz Neves – Santana do Cariri

15 de março – Potengi
🕢 07h30 Saída de campo (Observação de Aves)
📍 Sítio Pau Preto – Potengi
Durante o festival, os participantes vivenciarão momentos de conexão com a natureza, aprendizado sobre a biodiversidade local e experiências guiadas em cenários emblemáticos da região.

Mais do que um evento, o Passarinhô fortalece o turismo de natureza, valoriza a Chapada do Araripe e posiciona Santana do Cariri no roteiro nacional da observação de aves.

Venha viver essa experiência!

20/02/2026

A seriguela é uma fruta cheia de benefícios e curiosidades, VOCÊ SABIA?

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 20 de fevereiro de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

Estive visitando alguns sítios de Nova Olinda e aproveitei para conferir a safra da seriguela. Como diz no linguajar popular “os pés tudo carregado”, a fruta bem vermelhinha, madura. Lembrei que quando criança a gente colhia o fruto “de vez” e deixávamos em um local até amadurecer completamente. Nesse estágio da fruta muitas pessoas tem o hábito de comer a “de vez” com sal.

A seriguela é uma fruta tropical deliciosa, rica em cálcio, ferro e vitamina C, conhecida por sua casca fina vermelha-amarelada e sabor doce. Nativa da América Central, adaptou-se perfeitamente ao Nordeste brasileiro, sendo parente do caju e do cajá, com safra principal entre dezembro e março. 

A seriguela é resistente à seca e se adapta facilmente a climas quentes e semiáridos, sendo uma excelente opção para agricultura familiar. Para plantar, a melhor forma é por meio de estaquia (ramos) de 30 a 50 cm de comprimento, plantados diretamente no solo ou em vasos com pelo menos 50 cm de profundidade. Utilize terra fértil, esterco curtido e boa drenagem, mantendo a umidade no primeiro ano. A planta adora sol pleno e pode frutificar em 2-4 anos.

Sua casca é comestível e rica em fibras, auxiliando na saciedade. Além disso, a farinha do caroço da seriguela pode ser utilizada no desenvolvimento de alimentos, destacando-se o uso integral da fruta. No consumo in natura, é muito usada em sorvetes, geleias, doces, sucos e licores. Na medicina popular, é usada para auxiliar na febre e disenteria, enquanto suas folhas podem ter potencial fitoterápico, sendo usadas como chás.

E você já provou a farinha da seriguela, um sorvete, a geleia, um doce, um suco, o chá ou um licor? – Eu já provei o fruto, comi do doce, bebi do suco e do chá!

16/02/2026

Adquira o ‘Documentando Cariri: uma caminhada com 80 pontos turísticos’ | CARIRI

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 16 de fevereiro de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias   @documentandoocariri

Já imaginou visitar vários pontos turísticos, lugares históricos, importantes monumentos, trilhas, atrações de várias cidades da região do Cariri e poder carimbar sua passagem por lá?

Com o Documentando o Cariri você inicia sua caminhada com 80 pontos turísticos em fotos selos para adesivar seu álbum, inicialmente  divididos entre igrejas, mirantes, museus, trilhas, teleféricos, monumentos, casarões, Geossítios, lugares históricos e relevantes para a região do Cariri. 

Com o seu Documentando, você coloca a cidade que está visitando e as fotos dos pontos turísticos que está conhecendo e ainda faz anotações. Será uma viagem em que você conhecerá ainda mais esta região tão maravilhosa. 

"O Documentando o Cariri é o desejo materializado de apresentar o Cariri sob nossos olhares e lentes. As nossas riquezas distribuídas em nossos pontos turísticos, fauna e flora, nossa Chapada do Araripe. Curiosidades e peculiaridades, bem como dicas e diversas formas de impulsionar todo nosso potencial turístico para o mundo”, ressalta Vandson Oliveira, criador do Documentando o Cariri.

O Documentando o Cariri tem alcançado cidades, lugares e corações não somente pelo Cariri, mas também pelo Ceará e outros Estados do Brasil.

Adquira já o seu Documentando o Cariri e comece hoje mesmo esta incrível jornada.

Para adquirir o seu, entre em contato com o perfil @oliveiravandson ou @documentandoocariri e também pelo telefone WhatsApp (88) 9 9914 6351

08/02/2026

Jiboia gigante é resgatada por bombeiros no Sítio Pedra Branca | NOVA OLINDA-CE

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 08 de fevereiro de 2026

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Na quarta-feira (4), o agricultor Francisco Acelino dos Santos mais conhecido como Seu Chico, encontrou uma jiboia de mais de 2 metros em seu roçado no Sítio Pedra Branca localizado no município de Nova Olinda. Segundo relato do agricultor ela teria engolido um cassaco e estava vomitando.

A jiboia estava camuflada em um balceiro no roçado próximo às cajaranas. “Ela deu um bote que andou perto de minha perna”, relatou Seu Chico. Segundo ele, a cobra teria sido atraída até as residências do sítio para se alimentar das galinhas.

Ainda de acordo com o mesmo é comum relatos sobre jiboias atravessando a rodovia CE 166 que dá acesso - Nova Olinda/Santana do Cariri. O corpo de bombeiros foi acionado e a jiboia resgatada.

01/02/2026

Este mês o Programa Ceará Sem Fome completa 03 anos | CEARÁ

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 01 de fevereiro de 2026

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O Programa Ceará Sem Fome, principal política pública de segurança alimentar do estado, consolidou-se como uma rede permanente de combate à fome desde seu lançamento estruturado em junho de 2023. A iniciativa foi instituída oficialmente pela Lei nº 18.312, de 17 de fevereiro de 2023. 

O programa funciona através de frentes emergenciais e estruturantes: 

Cartão Ceará Sem Fome: Benefício financeiro direto para compra de alimentos.

Cozinhas Ceará Sem Fome (Rede de USPR): Produção e distribuição de refeições prontas por meio de Unidades Sociais Produtoras de Refeições.

Campanhas Solidárias: Arrecadação de alimentos em grandes eventos. 

O programa venceu prêmios nacionais por suas ações de combate à fome e boas práticas, sendo destaque no Prêmio Brasil Sem Fome e continua avançando com foco na intersetorialidade, unindo governo, setor privado e sociedade civil. 

26/01/2026

Cozinhas Sociais do Programa Ceará Sem Fome | CEARÁ

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 26 de janeiro de 2026

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O programa Ceará Sem Fome possui Cozinhas Sociais distribuídas nos 171 municípios do Estado, incluindo a capital, Fortaleza. Elas servem 100 refeições diárias gratuitas em cada Cozinha Social para pessoas em situação de insegurança alimentar. O programa atua com apoio de movimentos sociais e OSCs, promovendo segurança alimentar e nutricional. 

As cozinhas estão espalhadas por todo o estado, com forte presença em áreas vulneráveis. Estas recebem recursos do Estado para produzir e distribuir refeições gratuitas. 317 cozinhas foram premiadas como o "Cozinha Transformadora" por seu destaque na atuação social. As unidades cadastradas estão isentas de tarifas de água e esgoto da Cagece e recebem subsídio na conta de energia. 

O Ceará Sem Fome, programa do Governo do Ceará, leva comida saudável à mesa de cearenses em situação de extrema pobreza. O cardápio das refeições é organizado por uma nutricionista e cada refeição tem 500g. Para atender aos beneficiários, as cozinhas estão organizadas em lotes, tendo uma unidade gerenciadora como responsável.

Cada edição do programa tem duração de um ano e neste período são ofertados cursos para qualificar os beneficiários, os tirando da situação de vulnerabilidade social. Um dos exemplos é o eixo + Qualificação e Renda, também tem um eixo relacionado a saúde e outro a cultura.

É um programa permanente de combate à fome no estado do Ceará, que reúne o trabalho e os esforços de diversas instituições (públicas e privadas) e o engajamento da sociedade civil.

O Ceará Sem Fome é lei e visa desenvolver e realizar ações e políticas públicas para alimentar de forma saudável a população mais carente do estado.

As Unidades Sociais Produtoras de Refeições (USPRs), cozinhas localizadas na capital e no interior do estado, produzem e entregam, cinco dias na semana, uma refeição para as pessoas acolhidas pelo programa Ceará Sem Fome. As cozinhas são administradas por Unidades Gerenciadoras (UG) selecionadas pelo governo através de editais públicos.

Vamos conhecer qual unidade gerenciadora está responsável pelos municípios que compõe o Cariri Oeste?

A Unidade Gerenciadora é o ‘Vale do Salgado Instituto de Gestão Pública’ e os municípios - Altaneira, Antonina do Norte, Araripe, Assaré, Campos Sales, Nova Olinda, Potengi, Salitre, Santana do Cariri e Tarrafas – estão no lote 25.

As imagens que seguem ao longo desta matéria são das cozinheiras do lote 22 da UG Associação Cristã de Base-ACB.