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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Desaparecido! Por favor, quem tiver alguma informação avisar!

Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 16 de janeiro de 2019 
Pessoal esse é FRANCISCO KALLIO, mais conhecido como SASSÁ. Ele é natural de Araripe-CE e está desaparecido desde quinta-feira (10), saiu a noite de casa em sua moto e não retornou até o momento. 
  
Quem tiver alguma informação, por favor, entrar em contato pelo número: (88) 9 9404-8985.

JANEIRO BRANCO: um mês dedicado à saúde mental

Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 16 de janeiro de 2019
Via O Tempo – um jornal de classe
Um dos propósitos da campanha Janeiro Branco é o convite às pessoas a refletirem sobre as suas vidas, o sentido e o propósito das mesmas, a qualidade dos seus relacionamentos e o quanto elas conhecem acerca de si mesmas, das suas emoções, pensamentos e comportamentos.

A intenção do projeto, desde a sua concepção, é a de sugerir total destaque aos temas que envolvem a saúde mental visando a prevenção ao adoecimento emocional da humanidade. Seu grande compromisso é com a difusão de informação, engajando o máximo de entidades possíveis, seja de iniciativa pública ou privada, mobilizando pessoas e a imprensa, do Brasil e do Mundo, a se irmanarem nesta proposta que é rica em sua totalidade.
Assim, o mês de janeiro se torna um mês fértil, um marco temporal estratégico para que todas as pessoas e instituições sociais reflitam, debatam, conheçam, planejem e efetivem ações em prol da saúde mental e do combate ao adoecimento emocional dos indivíduos e das próprias instituições, através de participações mais profundas de profissionais envolvidos com os temas, levando orientação adequada, principalmente, sobre a importância do processo de prevenção enraizado no cerne desta proposta que tem angariado seguidores dispostos nos quatro cantos do Brasil, sejam estes vinculados a área de saúde ou não.

E a sensibilização surge em tempo oportuno, uma vez que, o início de cada ano tem um valor expressivamente simbólico na vida das pessoas, e isso serve para potencializar e estimular o ato de pensar acerca das próprias vidas, dos seus relacionamentos e do que andam fazendo para investirem e garantirem melhor qualidade de vida, de saúde mental e emocional a si mesmos e àqueles que vivem ao seu redor.

A cada dia que passa, mais casos envolvendo os aspectos negativos que colocam a saúde emocional como sendo uma proposta de política pública a ser colocada em evidência e enxergada, pela imprensa e pelos entes públicos e privados, como algo a se dedicar atenção verdadeiramente especial.

Há uma dedicação substancial quando, na oportunidade, se sugere a prevenção específica dos suicídios, por exemplo, entretanto, sabemos de que a decorrência dos mesmos, quase que em totalidade, é proveniente de uma saúde mental com problemas a serem enfrentados, dificuldades pessoais e particulares subentendidas nas entrelinhas de quem sofre com o mal deste século, a depressão.

Daí a decorrência de se dedicar ao apelo para que haja um despertar maior para que sejam desempenhadas políticas públicas que atendam, em seu cerne, aos objetivos da prevenção, aos anseios de quem, a exemplo do Projeto Janeiro Branco, preocupa-se com a necessidade de cuidados maiores em relação a esse aspecto preventivo e que depende desta sensibilização popular, política e empresarial.

Mais projetos devem ser cultivados e potencializados. Programas empresariais devem incentivar, por sua vez, mais propostas que encampam esse viés – o de resguardar e prevenir – o aspecto da saúde mental, ratificando o apelo dos movimentos que se dispõem, gratuitamente, dedicadamente, a encorpar o coro que clama por intervenções maiores relacionadas a essa necessidade permanente que trata diretamente do cuidado com a saúde mental da população de forma geral.

Não apenas através do Janeiro Branco, mas, de forma permanente, é preciso que seja apresentado o panorama real acerca da saúde mental no Brasil para que as pessoas e a sociedade, de um modo geral, percebam as necessidades de quem carrega consigo conteúdos psicológicos e subjetivos em vidas, necessariamente, estruturadas em torno de questões mentais, sentimentais, emocionais, relacionais e comportamentais, o que, por si só, evidencia a importância de que, esta mesma subjetividade humana possua lugar de destaque em nossa cultura e em nossos cotidianos, sob pena de sermos vítimas de nós mesmos e de quem despreza as próprias necessidades psicológicas e as necessidades psicológicas alheias.

O projeto vive uma abordagem distinta que é pensada, planejada e projetada, exclusivamente, para potencializar a promoção de Saúde Emocional nas vidas de todos os indivíduos por meio de estímulo de estratégias políticas, sociais e culturais a fim de que o adoecimento mental e emocional seja prevenido, conhecido e combatido em todos os campos, esferas dimensões e espaços em que o humano se faz presente.

Para os seus idealizadores, chamar a atenção das pessoas para a importância da psicoeducação é o baluarte do projeto, que nasceu por amor à humanidade, senso de responsabilidade social, dever profissional e solidariedade humanística.

“Porque há sofrimentos que podem ser prevenidos. Dores que podem ser evitadas. Violências que podem ser impedidas, cuidadas ou reparadas. Exemplos que podem ser partilhados. Ensinamentos que podem ser difundidos em nome de povos mais saudáveis e mais bem resolvidos em termos emocionais”.

(...) se você ainda não conhece a proposta do Projeto Janeiro Branco, nós te convidamos a visitar a página do Projeto, tornar-se um multiplicador comprometido a fim de estimular mais e mais participações, sejam pessoas, organizações e a própria imprensa regional para que, num futuro bem próximo, a campanha possa atingir um número ainda maior de participantes, permitindo maior comprometimento dos entes públicos, privados e, em especial, das pessoas sobre esse tema que envolve e é tão importante nas nossas vidas: a saúde emocional e mental, brilhantemente difundidas na proposta desta que é uma das grandes campanhas de mobilização realizada todos os anos.

Visite o site do projeto (www.janeirobranco.com.br), as suas redes sociais, interaja, participe!
Quem cuida da mente, cuida da vida!

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Atuais campeões das Bikes estão prontos para Piocerá 2019

Lucélia Muniz - Ubuntu Notícias, 15 de janeiro de 2019

Daniel Zoia, Letícia Jaqueline e Marco Melo vão tentar subir ao pódio mais uma vez nesta edição da competição
Fotos: Jairo Moura
O Rally Piocerá está em contagem regressiva para o início da competição. Em sua 32ª edição, o ponto de partida será Teresina (PI) no dia 21 de janeiro, passando por várias cidades do interior do Piauí e Ceará até chegar em Juazeiro do Norte (CE). Além de muita adrenalina e emoção, o rali contará com a presença de atletas campeões das edições anteriores. Na modalidade Bikes, os destaques vão para os ciclistas da categoria Elite.

Esta será a quinta vez que o ciclista Daniel Zoia participa do rali. Ele foi campeão em 2016, 2018 e vai em busca da sua terceira vitória. “É uma competição muito forte, a gente realmente eleva o nível do nosso corpo ao máximo possível. É uma prova que nos surpreende por várias situações: a quilometragem sempre muito alta, o clima muito incerto, terreno com muita altimetria. As características do terreno ajudam muito a deixar essa prova bem dinâmica. Então, estou ansioso para a disputa e espero fazer uma boa prova e, se der tudo certo, sair com o tricampeonato”, afirma o atleta.

Pela categoria elite feminina, Letícia Jaqueline é a atual campeã da modalidade e também confirmou presença nesta edição do rali. “É o meu segundo ano que vou correr o Piocerá. Tenho as melhores expectativas do que o último ano, porque eu já conheço o estilo de terreno, as elevações que nós vamos enfrentar durante o percurso, o calor também. Então eu acredito que vai dar muito certo!”, destaca Letícia.
Além dos ciclistas da categoria elite, o Piocerá conta com a participação de Marco Melo, que compete na prova desde 2009 e já foi campeão seis vezes pelas categorias Master. “O Cerapió/Piocerá é uma das provas que eu mais gosto de correr, até porque eu formei uma amizade com a organização e fiz uma história no evento. E foi essa competição que me encorajou a ser campeão em competições a nível nacional e internacional”, comemora Marco Melo, que esse ano disputa pela Master C2.

As provas de Bike obedecem os critérios da Confederação Brasileira de Ciclismo, portanto, no que se refere a estrutura, conta com um alto nível técnico e organizacional, que exigirá muito dos competidores.

O Rally Piocerá 2019 é organizado pela Radical Produções e tem patrocínio do Consórcio Honda e Governo do Ceará; apoio da Prefeitura Municipal de Teresina, Audax, Reron e Teresina Shopping; colaboração da ITTNET, das Prefeituras de Amarante, Floriano, Iguatu, Juazeiro do Norte, Barbalha e Piauí Shopping.

O evento também tem parcerias com o Sebrae e Prefeituras de Monsenhor Gil, Miguel Leão, Angical do Piauí, Francisco Ayres, Oeiras, no Piauí, além de Araripe e Jucás, no Ceará. Mídia oficial: Pró Moto. Resgate médico: Anjos da Vida. Segurança oficial: Cet Seg.

Programação Rally Piocerá 2019
21/01/2019 - Segunda-feira

8h00 às 15h00 - Vistoria técnica e administrativa
8h30 às 9h00 - Briefing Bikes
9h10 às 9h40 - Briefing Motos
9h50 às 10h20 - Briefing UTVs, Quadriciclos e Motos Rally
10h30 às 11h00 - Briefing Carros 4x4
19h30 - Largada Promocional
21h30 - Show Equipe Força & Ação

22/01/2019 - Terça-feira
Regularidade - Teresina (PI) a Floriano (PI)
Motos - 364 km
Carros - 340 km
Bikes - Amarante (PI) a Floriano (PI) - 82 km

23/01/2019 - Quarta-feira
Regularidade - Floriano (PI) a Picos (PI)
Motos - 282 km
Carros - 304 km
Bikes - Oeiras (PI) a Picos (PI) - 110 km

24/01/2019 - Quinta-feira
Regularidade - Picos (PI) a Iguatu (CE)
Motos - 427 km
Carros - 411 km
Bikes - Circuito em Iguatu (CE) - 90 km

25/01/2019 - Sexta-feira
Regularidade - Iguatu (CE) a Juazeiro do Norte (CE)
Motos - 206 km
Carros - 203 km
Bikes - Circuito em Juazeiro do Norte (CE) - 102 km
21h - Premiação no Villa Mix 

É de Nova Olinda, a artesã que confeccionou o presente entregue a artista Anitta

Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 15 de janeiro de 2019
No domingo (13) em evento solidário realizado no Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcante em Crato-CE aconteceu a apresentação da cantora Anitta lotando o local mesmo debaixo de muita chuva.
Na página do Centro Universitário Leão Sampaio no Facebook foi compartilhado a informação que houve arrecadação de 40 toneladas de alimentos, 4 mil litros de água mineral e 500 doações de sangue, que farão a diferença na vida de muitas famílias.
Na ocasião do show da artista Anitta, o fã Gil Ferreira, a presentou com uma arte feita na Pedra Cariri – artesanato da novo-olindense Graça de Souza do Pedra sobre Pedra: Artesanato em Pedra Cariri.
A Pedra Cariri é um dos principais recursos naturais de nosso município e também fonte de renda para muitas famílias que aqui residem. Trata-se do calcário que dá forma a muitos trabalhos – desde peças que compõe a arquitetura das casas ao artesanato.
Depois de polida, esta pedra, dá forma a muitas peças artesanais interessantes. Com certeza a artista Anitta levou junto com ela um pedacinho da nossa arte, da nossa cultura!
Informações do Pedra sobre Pedra: Artesanato em Pedra Cariri
Localização:
Av. Perimetral Sul, 57
Nova Olinda, Ceará, Brasil
Contato (88) 9 9213 1351

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

"Pais de suicidas, não sintam culpa", diz mãe de menino que se matou aos 15

Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 14 de janeiro de 2019
Via Luiza Souto Da Universa
Mikhael tinha 15 anos e cursava o nono ano quando tirou a própria vida, dias antes do último Natal. Os pais são Daniel e Isabela Mastral: ele é escritor e conferencista, 51 anos, e ela médica, 49. No início do ano, o adolescente que adorava estudar inglês e era chamado de Mik pelos pais, foi diagnosticado com depressão e síndrome de Borderline, quando há mudanças de humor, medo de ser abandonado e comportamentos impulsivos. Cerca de 10% dos pacientes cometem suicídio.

Em duas das ocasiões nas quais tentou o suicídio, foi salvo pela mãe. No último dia 22, ela não pôde estar perto. Isabela, que não conseguiu acompanhar o enterro de Mikhael devido à emoção, conta como tem vivido até aqui. Seu relato foi feito à Universa com a ajuda do marido, Daniel.

"É muito triste ver um filho abatido. Ele teve todo nosso amor, amparo, acolhimento, orações. Teve também suporte psiquiátrico de perto. Não levamos nenhum peso de culpa. Fizemos nosso melhor. Paramos nosso trabalho para nos dedicar em tempo integral a ele. Nunca negamos um abraço. Eu também tive depressão e Borderline. Demorou mais de dez anos para achar o tratamento certo. 

Mikhael era um jovem bom, respeitador, honesto, puro e, muitas vezes, ingênuo. Acreditava nas pessoas e no amor. Tratava todos como iguais. Passou a se sentir um peso para nós. Ele sabia que estávamos tomando antidepressivos também e achava que a vida dele estava nos matando. Dizia sempre que nos amava.

Antes da doença se manifestar, Mik saía mais, sorria, brincava, estudava, fazia planos. Aí ele mudou. Parecia ter girado uma chave. Caiu seu rendimento escolar, não saía mais do quarto, passou a ter uma perturbação com sua aparência. Estava com anorexia e bulimia. Tampava o seu espelho para não se ver. Sua autoestima estava baixa, e insistimos em estar com ele sempre. Mas era como ver uma luz apagando. Dia a dia. Não se alimentava, não tomava banho.

Ele se afastou das redes sociais e recebia poucas visitas. Achava que os amigos o abandonaram. Outros, para piorar, ofereceram a ele álcool e drogas para "anestesiar" a dor. E isso piora o quadro, como aconteceu.

Antes deste episódio, houve uma intoxicação e consegui mantê-lo vivo. Ele ficou internado em UTI por quatro dias, 16 horas em coma profundo. 
No dia 20 de dezembro, se feriu e conseguimos contornar novamente a situação. Consegui novamente evitar que algo pior acontecesse. No dia seguinte, o levamos a uma especialista em transtornos em adolescentes e saímos com a esperança de conseguirmos uma vaga no HC (Hospital das Clínicas de São Paulo) para tratamento. A médica considerou seu estado bom. Ele saiu feliz da consulta, enxergando melhores possibilidades. Nessa mesma sexta-feira, saiu para encontrar umas amigas. 

Sábado, dia 22, tentou novamente se matar e dessa vez não estávamos perto. Naquele mesmo dia, no fim da tarde, a vaga do HC estava à disposição, mas era tarde demais. 

Ele deixou seu diário. Lá, escreveu tudo o que estava sentindo, desde a primeira tentativa. Escreveu do fundo do poço. Vamos publicar o diário dele na data em que faria 16 anos, 15 de fevereiro. É um relato feito por alguém muito ferido. Nós também vamos apresentar nosso olhar nessa publicação, no site. Somos cristãos e Jesus nos ensina que não é fraqueza expor a dor.
Espero que ajude muitos a enxergar que depressão é uma doença e que essas pessoas recebam mais empatia. Elas precisam de amor. Esperamos também que preconceitos caiam. Não há como acrescentar mais dor e punição a quem está tão ferido.

Peço que escolas e amigos não os abandonem, não zombem, não julguem quem está nessa situação. Sejam pacientes, abracem, acolham, visitem. Isso os faz se sentirem importantes. 

Esgotamos todos os recursos. Fizemos nosso melhor. Infelizmente, enquanto acharem que depressão é "frescura" ou que é "demônio", os índices podem aumentar. Falar sobre o tema é a melhor maneira. Papais e mamães: não carreguem o fardo da culpa. Um dia, estaremos todos juntos.
Estamos vivendo o luto. Dói profundamente. Como se uma estaca entrasse em seu peito. Não 'briguem' com Deus. Nem esperem respostas rápidas. Tudo vem ao seu tempo. A dor será transformada em saudade e ela em boas lembranças".

Documentário mostra a luta de mulheres nordestinas contra o machismo

Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 14 de janeiro de 2019 
As histórias mostram caminhos de libertação, empoderamento, resistência e denúncia das mulheres
Jucelene Rocha*- Via Brasil de Fato/Petrolina (PE)
O Documentário foi produzido pelas Cáritas Brasileira com o objetivo de ser um agente de conscientização.
“O machismo até hoje ainda existe. Eu via nas reuniões de mulheres… eu via as mulheres chorar com um menino pequeno e dizer, — fazer como diz a história, vocês me desculpem que eu vou falar mesmo —, e dizer que pra ela ir pra aquele encontro, pra aquela reunião foi obrigado ela servir ao marido tantas vezes na noite, que era pra ela não ter vontade para os outros. Pense, uma mulher servir a um homem no desejo dele três, quatro vezes numa noite pra poder sair? É muito difícil”, Maria Faraildes Alves Dantas, 83 anos, moradora de Brejo Grande, no município do estado de Sergipe, faz esse e outros relatos no filme Sem Medo de Ser Mulher, produzido com diversos relatos de mulheres camponesas.

Ao lado de Maria, o documentário mostra ainda a história de Josefa dos Santos, 88 anos, também moradora de Brejo Grande. “Antigamente o homem dizia assim: a mulher só tem direito do corredor para a cozinha, agora, da sala para a varanda era o homem. O machismo do homem era esse. Se nascia uma criança e fosse mulher era descriminada, por que? Aí perguntavam: que foi que nasceu? — Uma mulher, foi uma menina. Aí dizia: — Perdeu o ano. Se fosse homem, aí dizia: — Que foi que nasceu? — Foi homem. Aí dizia: — Há, agora você ganhou o ano! Tinha mais três fogos pra soltar” relata Josefa, relembrando as experiências vividas.
O filme Sem medo de ser mulher é uma iniciativa da Cáritas Brasileira e conta com a direção do cineasta Luis Teles. Com duração de 25 minutos, o vídeo revisita a trajetória da luta de mulheres de várias gerações e áreas de atuação contra o machismo. Elas são donas de casa, religiosas consagradas, empreendedoras, militantes, e mães que percorreram caminhos de libertação, empoderamento, resistência, denúncia e anúncio traçados no chão da Bahia e de Sergipe.

Os testemunhos das mulheres em suas lutas representam situações sofridas e superadas com a ajuda de organizações, entidades e movimentos populares, acentuando as vozes femininas e o trabalho pelo fim da violência contra a mulher. O documentário está disponível no YouTube.
*Produzido pela Cáritas Brasileira
Edição: Vanessa Gonzaga

sábado, 12 de janeiro de 2019

Revista Cariri Destaque


sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Retirada do mastro da bandeira de São Sebastião marca início das festividades alusivas ao nosso padroeiro

Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 11 de janeiro de 2019
Arquivo de imagens: Paróquia de São Sebastião
Na tarde da quinta-feira (10) foi retirado da frente da Matriz de São Sebastião, o mastro da bandeira do ano de 2018. A substituição se dará nesta sexta-feira (11) pelo novo mastro que será trazido por fiéis após a bênção de nosso pároco no local da retirada do mesmo.
A imagem de São Sebastião que visitará as ruas da nossa cidade durante os festejos também passou por uma restauração feita pelo artista plástico Ari Araujo.
Nesta sexta-feira teremos início aos festejos ao Padroeiro da nossa Paróquia, o mártir São Sebastião! Momento de fé e religiosidade para os munícipes e visitantes.

Programação Religiosa de São Sebastião 2019 de Nova Olinda

Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 11 de janeiro de 2019

Programação do tradicional Festejo de São Sebastião 2019

Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 11 de janeiro de 2019

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Curso de extensão - Formação de Mediadores de Leitura – Inscrições gratuitas!

Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 10 de janeiro de 2019
Você acredita no poder transformador do livro e da leitura
Então INSCREVA-SE JÁ no curso de extensão GRATUITO, Formação de Mediadores de Leitura (160h), da Fundação Demócrito Rocha em parceria com a Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (SecultFOR) e a Universidade Federal do Ceará (UFC), completamente a distância para TODO O PAÍS. 

Sobre o Curso de Extensão Formação de Mediadores de Leitura

O projeto Curso de extensão GRATUITO Formação de Mediadores de Leitura, em EaD, com 160h, é composto de ações destinadas ao fomento da prática adequada da leitura em ambiente das escolas públicas, nas bibliotecas de acesso público (escolares, oficiais e comunitárias) e em espaços públicos e equipamentos culturais com o objetivo de fomentar a formação de mediadores de leitura e fortalecer ações de estímulo à leitura pelo fomento ao seu gosto, por meio da formação continuada em práticas de leitura para professores, bibliotecários, educadores sociais, contadores de histórias, agentes de leitura, entre outros agentes educativos, culturais e sociais; e democratizar o acesso ao livro e aos diversos suportes do estímulo à leitura também em bibliotecas de acesso público.


Fascículos, audiofascículos, videoaulas, radioaulas, webconferência, tutoria on-line, conteúdo extra, certificação e muito mais! 

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Amanda Dias

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