terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Fazendo escolhas certas na vida (Baseado em texto de Laércio Garrido) | EDUCAÇÃO

Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 22 de fevereiro de 2022

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MÓDULO: Conectado com o Amanhã

Tudo na vida depende de escolhas que fazemos. Até mesmo pequenas escolhas podem influenciar toda uma vida. Você escolhe aceitar ou não, ser responsável ou não, revidar ou não, comprometer-se ou não, mudar ou não, resistir ou não.

Se fizermos escolhas certas, certamente conquistaremos nossos objetivos.

Mas como se sabe qual é a escolha certa, principalmente em momentos críticos, tenebrosos onde tudo parece tão obscuro? O maior dom do ser humano é a liberdade para fazer escolhas. Ele é o produto de suas escolhas.

Viver é uma sequência de escolhas certas ou erradas com consequências positivas ou negativas para o envolvido e os demais. Não há dúvida de que as escolhas são o principal fator determinante da vida.

Por que é tão difícil escolher? Fazer escolhas é ponderar entre o conhecido e desconhecido, analisar os poucos benefícios do certo e os enormes do duvidoso ou refletir sobre os riscos e oportunidades. Tudo isso mesclado, pensado e repensado, colocado na balança junto com o medo, a coragem e as incertezas, para se chegar finalmente à escolha que se espera ser a melhor.

As dificuldades para optar pelo caminho certo são muitas. Fazer regime ou assumir o próprio corpo? Viver para trabalhar ou trabalhar para viver? Economizar para o futuro ou desfrutar melhor o presente? Ter um filho aos 25 ou aos 35 anos? Trocar o carro usado por um novo, ou viajar? Trabalhar numa empresa de grande porte ou ter o próprio negócio? Muitas pessoas não se dão conta que a escolha e a renúncia são como as duas faces da mesma moeda.

Ao pensarmos nas vantagens de optar por uma alternativa, também teremos que ter consciência das desvantagens de renunciar à outra. Como fazer a melhor escolha?

Às vezes não é muito difícil, pois basta optar entre uma alternativa cheia de obstáculos e outra muito mais agradável. Em outras ocasiões aparece o dilema de escolher a opção menos ruim... Ao fazer escolhas as pessoas não podem esquecer a importância de se manter em sintonia com seus valores e crenças, para não se arrependerem mais tarde, entrando em conflito consigo mesmas.

No processo de escolhas, existem três tipos de pessoas.

As “pessoas do ontem” que escolhem se lamentar sobre o que passou, tentando modificar o que não pode ser mudado, como se fosse possível viajar na máquina do tempo e não aproveitando as coisas boas do presente.

As “pessoas do amanhã” que são exclusivamente voltadas para o futuro sem viver o presente, com escolhas ilusórias, decisões instáveis, se preocupando com problemas que nunca acontecerão e sempre sonhando com os olhos fechados.

As “pessoas do hoje” que são centradas na realidade e desfrutam verdadeiramente cada momento, pesando suas escolhas com sabedoria, um olho no passado para não repetir os mesmos erros e outro no futuro provável procurando escolher certo no presente.

O ser humano deve escolher sendo honesto consigo mesmo, pois ele será escravo de suas escolhas, muitas delas irreversíveis, com sequelas terríveis em caso de mudança. Nem sempre ele irá conseguir o que deseja, mas certamente terá obtido o que escolheu.

Existem duas coisas das quais as pessoas não conseguem escapar: a morte e fazer escolhas. Portanto, cada um deve acordar pela manhã e ir à luta selecionando o melhor caminho para realizar seus sonhos de olhos acordados e conquistar seus desafios.

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