segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Noites de luar

Quando fito os meus olhos no céu e posso contemplar a lua, seja em qualquer fase, e ver o brilho intenso das estrelas – faço uma prece.
Uma prece por sabedoria, paz, luz para o meu caminho e uma saudação ao contemplá-las.
Percebo que quando ergo meus olhos é para contemplar, não é para julgar.
E, quando contemplo tenho o ato de me curvar em respeito!
Talvez a simplicidade de pequenos atos nos dê humildade e serenidade para viver.
A arrogância de muitos e o seu julgo não é nada diante do fim, apenas pó que volta à terra.
Na antiguidade algumas civilizações acreditavam que quando morríamos o espírito subia ao céu como um feixe de luz e transforma-se numa estrela.
Quantas vezes chorei olhando para o céu.
Então, penso que meus entes queridos olham por mim, talvez como estrelas, quem sabe?
E, muitas vezes a noite e o seu silêncio me fizeram companhia.
Pode ser que seu manto negro me aqueça ou embale meu sono.
Noites ainda que escuras nos permitem a luz das estrelas e um luar enigmático.
Uma coisa é certa! No meu céu tem muitas estrelas!

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