quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Projeto aCORde uma Voz tem ações voltadas à reflexão e valorização da CULTURA, DIVERSIDADE e IDENTIDADE

Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 20 de novembro de 2019
Fotografia – Daniel Rodrigues
“Ser livre não é apenas se livrar das correntes que lhe prendem, mas viver sendo capaz de respeitar e engrandecer a liberdade dos outros”.
Em continuidade às ações de reflexão e valorização da CULTURA, DIVERSIDADE e IDENTIDADE, a Escola Padre Luís Filgueiras de Nova Olinda-CE desenvolveu em sua 2ª edição, a culminância do Projeto Interdisciplinar de História e Cultura Afro-brasileira - aCORde uma Voz.
As atividades oriundas do projeto foram programadas para os dias 19 e 20 de novembro contando com a participação dos professores, alunos e convidados.
A abertura se deu no Centro de Eventos Ariovaldo Sampaio com uma Roda de Conversa na manhã da terça-feira, dia 19 de novembro. Participaram deste momento:
- Ana Karoliny (Estudante de Jornalismo, militante do movimento negro e integrante do Coletivo JUNTAS) com o tema: Identidade e Empoderamento;
- Márcio dos Santos (Designer, Empreendedor Social e Ativista de movimentos políticos sociais) com o tema: Igualdade Racial;
- Profª Lucélia Muniz (Blogueira, Membro da Academia de Letras do Brasil/Seccional Araripe) com o tema: Relações Étnico-Raciais;
- Prof. Nicolau Neto (Blogueiro, Ativista dos Direitos Civis e Humanos das Populações Negras pelo GRUNEC e Membro da Academia de Letras do Brasil/Seccional Araripe) com o tema: Diálogos com as políticas públicas;
- E Tata Mutaruesi (Prof. Samuel Esmeraldo): Sacerdote de Candomblé que versou sobre as Religiões de Matrizes Africanas.
Ainda na sede da Escola Padre Luís Filgueiras alunos e visitantes puderam conferir a Exposição e apreciação de trabalhos e pesquisa desenvolvidos no decorrer das atividades do Projeto aCORde uma Voz.
Neste dia 20 de novembro, a programação transcorreu com apresentações Artístico-Culturais: música, dança, teatro e poesia.
Para fortalecer o relacionamento, a aceitação da diversidade étnica e o respeito, a escola deve promover maior conhecimento sobre as heranças culturais brasileiras.
Ações assim são afirmativas por nos conduzirem a reflexão e desconstrução de atitudes que reproduzem e aumentam o abismo da desigualdade entre os povos.











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LUCÉLIA MUNIZ FRANÇA
Blogueira, Professora e Microempresária. Membro da Academia de Letras do Brasil/Seccional Araripe-CE, Cadeira nº 35 que tem como Patrona a Professora e Artesã - Maria Constância da França Muniz. Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Regional do Cariri-URCA com habilitação em Matemática. Especialista em Matemática e Física pela Faculdade de Juazeiro do Norte-FJN.