quarta-feira, 7 de novembro de 2012

São tantas correntes...


As mesmas correntes que aprisionaram mãos e pés no século XIX, as correntes que aprisionam o corpo... Hoje, embora, depois de tantos anos, as mesmas correntes, seguem de uma fúria maior, pois aprisiona a alma, nossa ideologia, nossos valores.
Na sociedade do individualismo e do consumismo, respeito nem existe mais, e tome cabresto e venda aos olhos.
Marchem como soldados cantem como soldados, em filas, assim robotizados!
“Marcha soldado,
cabeça de papel.
Quem não marchar direito,
vai preso pro quartel.”
Neste mundo, que não é o palco do Programa Sílvio Santos, reina a pergunta: “Quem quer dinheiro?”.
E eis que todos marcham como soldados cantam como soldados...

Lucélia Muniz.

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